Thursday, 22 April 2021

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Prefeitura de Capão da Canoa questiona Secretaria Estadual de Saúde sobre baixo quantitativo de vacinas recebidas

Capão da Canoa é o município com a maior população do litoral norte, mas está atrás de outras quatro cidades que receberam mais doses

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, realizou uma reunião online
com o diretor de Auditoria da Secretaria Estadual de Saúde, Bruno Naundorf.
O encontro ocorreu na tarde de terça-feira (23). Na oportunidade, o executivo
questionou o quantitativo de doses de vacinas contra o coronavírus recebidas, abaixo
dos outros municípios, mesmo Capão da Canoa sendo a cidade mais populosa do
litoral norte gaúcho.

A Prefeitura vai entregar um levantamento para ser compensado e corrigido nas
próximas doses. O objetivo do estado é encaminhar até duas remessas por semana.
Também participaram do encontro o Deputado Federal Maurício Dziedricki, o
Secretário de Saúde de Capão da Canoa, Josiel Matos, e o Secretário de Administração,
Raphael Ayub e o Diretor da Secretaria Extraordinária de Gestão Política e
Administrativa, Leonardo Lages.

Conforme o chefe do executivo caponense, Amauri Germano, o diálogo constante é
fundamental para esclarecer as diretrizes e buscar o melhor caminho para o bem da
população. “Queremos, principalmente, alcançar a devida celeridade no processo de
vacinação, que é a única forma de retornarmos à normalidade”, diz.

O Deputado Federal Maurício Dziedricki afirmou que o objetivo é batalhar para que a
vacina atinja o maior número de pessoas no menor tempo possível. “Estamos
amplamente dedicados a essa tema, seja aqui no Rio Grande do Sul ou em Brasília,
para que possamos retomar o desenvolvimento econômico e normalizar o sistema
público de saúde”, analisa.

 

 

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Foi inaugurado no dia 22 de dezembro de 2020 em Cidreira, a Guga Hortifruti. Ao lado do Super Guga, em frente à Rodoviária de Cidreira. 

 

 

 

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O Artesanato Darlene completou 19 anos de atividades no município de Cidreira, no dia 15 de  Dezembro de 2020. Parabéns Dona Marlene Fraga, por acreditar em seu potencial empreendedor, e principalmente por acreditar no município de Cidreira.

O Artesanato Darlene trabalha com Artesanato, Presentes, Linhas e Lãs, miudezas em geral fica localizado na Avenida Fausto Borba Prates, nº4798 – Bairro Nazaré – Cidreira.

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Mostardas (RS) - Após receber uma intimação para desocupar um terreno em que vivia há anos em Mostardas, no Litoral Norte, uma família de pescadores procurou o auxílio da Defensoria Pública. O processo iniciou ainda em agosto de 2019. Na época, os moradores eram assistidos por um advogado particular que conseguiu postergar a desocupação. Em fevereiro de 2020, com o prazo encerrado e a obrigação de abandonar o local, os moradores foram recebidos pelo defensor público, que analisou o caso, solicitou a suspensão da ordem e ajuizou ação contra o Município de Mostardas, determinando que o executivo fornecesse moradia digna à família ou pagamento de valor mensal para custear o aluguel de outra residência.

Inicialmente, a liminar foi indeferida pelo juiz em primeiro grau. A Defensoria recorreu em segunda instância e, no dia 10 de junho, obteve êxito. O juiz concedeu a antecipação da tutela para determinar ao réu que providencie moradia adequada à família com energia elétrica e abastecimento de água, ou efetue o pagamento de aluguel social, enquanto perdurar a situação de vulnerabilidade dos envolvidos.

Na argumentação do processo, o defensor público Antonio Trevisan Fregapane destacou a extrema situação de vulnerabilidade da família, bem como a existência, dentro do grupo familiar, de pessoas destinatárias de proteção especial e integral do Estado, como crianças e adolescentes.

“O direito à moradia adequada decorre da Constituição Federal e deve ser levado a sério. É inadmissível que famílias vulnerabilizadas sejam desalojadas sem que exista uma alternativa concreta de moradia, ainda mais em tempos de pandemia, em que a orientação das autoridades sanitárias é justamente que as pessoas fiquem em suas casas”, disse Fregapane

De acordo com o estudo socioeconômico realizado em novembro de 2019, a família é composta por sete integrantes: um casal, quatro filhos e uma neta. A renda familiar é equivalente a um salário-mínimo, proveniente da pesca, e mais o auxílio de R$ 294,00 oriundo do Bolsa Família.

Conforme a Defensoria Pública, a Prefeitura já foi notificada da decisão. Por enquanto, a família permanecerá no local onde vive até que o município destine algum terreno ou pague o aluguel social. Em caso de descumprimento, a multa estipulada é de R$ 500,00 por dia.

 

POR ISADORA PIMENTEL TERRA - ASCOM DPE/RS