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Diego Alves brinca com gol 500 de Messi e vê “perseguição” a Neymar


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Esta postagem foi publicada em 18 de abril de 2016 Esportes Total, Futebol, Slide Esportes.

Brasileiro do Valencia comemora o destaque na vitória por 2 a 1 contra o Barcelona, desconversa sobre preferência na Seleção e acredita em volta por cima dos catalães.

Pressionado por um bom resultado após queda na Liga dos Campeões, o Barcelona tentou de tudo contra o Valencia para continuar com vantagem diante dos adversário no Campeonato Espanhol, mas encontrou pelo caminho uma muralha brasileira. Diego Alves terminou o jogo com o grande nome do duelo, com defesas importantes, que garantiram a vitória por 2 a 1 ao 12º colocado na tabela. Nem mesmo o gol 500 de Messi abalou o camisa 1, que deixou o Camp Nou com sentimento de dever cumprido.

A temporada foi difícil para Diego Alves. Após lesão no joelho no último jogo da temporada 2014/15, contra o Almería, foram longos oito meses de recuperação até o retorno contra o Espanyol, no dia 13 de fevereiro de 2016. Em entrevista por telefone ao GloboEsporte.com, o brasileiro deixou de lado o papel de herói contra o Barça, exaltou o jogo coletivo da equipe e agradeceu pela oportunidade de disputar partidas como a deste domingo.

– Eu não me sinto decisivo assim (risos). O time todo jogou bem, é difícil falar isso. São jogos que deixam um jogador em evidência, chama bastante a atenção. Mas sempre tento entrar em campo e desfrutar do momento. Quando comecei a jogar bola tinha o sonho, mas não pensava que chegaria a jogar nos campos que estou jogando hoje, contra times que enfrento hoje. Então levo como se fosse por prazer, desfrutando de cada momento. Ajuda bastante para poder fazer o trabalho da melhor maneira possível.

Talvez não a maior apresentação individual, mas a atuação contra Messi e companhia ganhou um lugar entre as maiores da carreira de Diego Alves. O goleiro lembra que já fez outros bons jogos, mas ser coroado com a vitória aumenta a visibilidade.

– Vai estar entre as minhas grandes atuações, com certeza, porque a vitória ajuda. Eu já fiz vários jogos importantes, bons, mas sem a vitória. Quando ganha é muito melhor, fica mais em evidência. Tudo que fez no jogo chama mais a atenção. Foi um jogo quase 100% completo, que vai ficar marcado para mim porque ganhamos do Barcelona, é sempre muito difícil, acho que foi só a segunda que perderam em casa. Ganhar desses jogadores com certeza é muito importante.

>>> Confira a classificação do Campeonato Espanhol 

Mesmo com os três pontos no Camp Nou, Messi conseguiu incomodar. Após jejum de cinco jogos, o argentino marcou o gol de número 500 da carreira logo no goleiro brasileiro, que encarou a situação numa boa e com muito bom humor. Para Diego, passar um jogo sem sofrer um gol de Messi é bastante improvável.

– (Risos) É impossível… A gente não gosta de tomar gols, mas o Barcelona cria muitas chances, uma hora ou outra vão sobrar bolas para Messi, Neymar, Suárez. A gente joga contra eles há muito tempo, já sabe o sofrimento que é (risos). Não que eu goste de tomar gol do Messi, mas é muito difícil passar o jogo inteiro sem essas oportunidades.

A fase de outro brasileiro em especial é bem diferente da Diego Alves. Neymar vem sendo alvo constante de críticas da imprensa espanhola, inclusive da Catalunha, pelo desempenho ruim em campo e temperamento explosivo. No jogo contra o Valencia, o diário “Marca” deu destaque para uma confusão entre o camisa 11 e o lateral-direito Barragán. Diego teve contato com Neymar antes da rolar e viu o jogador tranquilo. Para o goleiro, os comentários negativos repetidos soam como perseguição.

– O Neymar estava normal, cara. Conversei com ele antes do jogo, bem tranquilo, sem nenhum problema. Acho que é perseguição, acontece com todos, mas por ser o Neymar, o Messi, sempre criam a polêmica. Eles já estão acostumados com esse tipo de situação. Eu não vi o que aconteceu no final do jogo, estava dando entrevista no campo, falaram que teve uma discussão, mas são coisas que acontecem. Quando passa, cada um vai para a sua casa e isso acaba.

CONCORRÊNCIA NA SELEÇÃO

Diego Alves Seleção Brasileira (Foto: Daniel Carreira | TXT Assessoria)Diego Alves Seleção Brasileira (Foto: Daniel Carreira | TXT Assessoria)

Antes da Copa América do Chile, em 2015, Diego Alves era nome constante na lista de convocados de Dunga para a seleção brasileira. A lesão no joelho interrompeu a sequência e, consequentemente, fez o jogador perder espaço, aumentando ainda mais a concorrência na posição. Novamente em alta na Europa, Diego analisa a disputa pela vaga, fala do orgulho em defender a Seleção, mas deixa a decisão nas mãos do treinador.

– Não é um jogo que muda, eu tive na Seleção várias convocações, eles sabem do meu potencial. Sei que é difícil para o Dunga, até porque em todas as posições é uma concorrência grande. Entre os goleiros tem o Alisson, Marcelo (Grohe), até o Jefferson, que estava antes, são excelentes. A decisão cabe ao treinador. Para o jogador tem que ser um orgulho e motivo para pensar em fazer o melhor pela Seleção. Se puder ser jogando, bom, se não, tentar ajudar da melhor maneira possível.

A reportagem do GloboEsporte.com até tentou tirar do goleiro uma preferência: Olimpíadas do Rio de Janeiro ou Copa América Centenário? Esperto e esguio, Diego Alves, mais uma vez, passou a bola para Dunga.

– Isso aí a gente teria que ver com o Dunga (risos). Não posso falar, porque eu nem se vou ser convocado. Jogar ou não cabe ao treinador decidir. O que posso é fazer o melhor nos treinamentos, chegar bem no fim da temporada, sem lesão. Ano passado eu cheguei no último jogo, nos últimos 15 minutos, tive a lesão no joelho que me tirou da Copa América. Agora é terminar a temporada bem e esperar a oportunidade.

Confira outros trechos da entrevista com o camisa 1 do Valencia:

GLOBOESPORTE.COM: Você é o único goleiro do mundo a pegar pênalti de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, costuma crescer em jogo grande. Tem alguma preparação especial para esses jogos?

DIEGO ALVES: É uma preparação normal. Claro que o time que vai jogar contra é de muita qualidade, com jogadores que fazem a diferença individualmente, coletivo também é forte. Mas é a mesma preparação em cima da ordem tática do adversário. Temos nossa tática e tentamos fazer o melhor para dar certo dentro do jogo. E ontem foi isso que aconteceu, fizemos nosso melhor para juntar as coisas, estávamos em um dia bom, bem defensivamente, e saímos com o resultado.

Diego Alves Valencia Barcelona (Foto: AFP)Diego Alves impede gol de Suárez: goleiro do Valencia é conhecido por boas atuações em jogos grandes (Foto: AFP)

O Valencia faz uma temporada irregular, teve duas trocas de treinador. Como você viu a equipe desde o tempo que você estava fora?

A temporada do Valencia foi difícil, a gente não conquistou objetivos que tínhamos priorizado no início. Pelo início de temporada ruim, agora não temos como objetivo a Champions e Liga Europa. O clube passa por um momento de transição importante. As pessoas que mandam agora estão aprendendo com os erros, que influenciaram bastante. Conseguiram consertar um pouco, a gente deu uma reagida. Não vamos culpar ninguém nem tirar a nossa culpa, está todo mundo junto. Mas acredito que a instabilidade fora de campo fez com que o time perdesse a estabilidade, afetou bastante os jogadores. Agora, com organização, as coisas estão melhores.

Qual a expectativa para a próxima temporada? Pretende se transferir para um gigante do futebol europeu?

– Meu projeto é a curto prazo, terminar bem a liga, bem a temporada. Não sei qual o pensamento deles com relação à próxima temporada, a gente vai ver o que é melhor para o clube. Tenho contrato até 2019, me encontro muito bem na cidade, são cinco anos de Valencia. Quero terminar bem, ganhar os próximos jogos e tirar um pouco esse peso de má temporada. No final vamos ver o planejamento.


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