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Homenagem da Câmara de vereadores de Balneário Pinhal, ao Dia das Mães.
Homenagem ao Dia das Mães, do presidente da Câmara de vereadores de Balneario Pinhal, vereador Leandro Lauer.
Angélica, Feliz Dia das Mães.

Angélica, Feliz Dia das Mães.

 Muito obrigado por tudo! Te admiro, te respeito, e acima de tudo, te amo muito! Feliz Dia das Mães! Ass. Anderson.
Nataelle, Feliz Dia das Mães.

Nataelle, Feliz Dia das Mães.

Parabéns meu amor! Me sinto privilegiado por fazer parte desta linda historia. Te amo!! Feliz Dia das Mães. Ass. Anderson.
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Autor do impeachment diz que pedaladas são ‘crimes contra a pátria’


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Esta postagem foi publicada em 15 de abril de 2016 Destaques 2, Destaques 3, Política.

Jurista Miguel Reale Júnior discursou na sessão desta sexta da Câmara.
‘Golpe’ é esconder dos brasileiros que o país ‘quebrou’, declarou jurista.

O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira (15), no plenário da Câmara, que as pedaladas fiscais cometidas pelo governo não são “meras infrações administrativas”, mas, sim, “um crime contra a pátria”.

Ele disse ainda que Dilma cometeu um “golpe” ao “quebrar o país” e “mascarar” a situação econômica, para garantir a reeleição.

“Cismam os palacianos em dizer que [o impeachment] se trata de um golpe. Golpe se houve quando se sonegou a revelação de que o país estava quebrado. Golpe, sim, houve quando se mascarou a situação fiscal do país. Continuaram a fazer imensos gastos públicos e tiveram que se valer de empréstimos de entidades financeiras controladas pela União, para mascarar a situação do Tesouro Nacional”, afirmou.

Para Miguel Reale, Dilma cometeu crime e agiu com “gravíssima irresponsabilidade em jogar o país na lama”.  “Vai dizer que não é crime? É golpe”, completou. Ele usou, em sua fala, 19 dos 25 minutos a que tinha direito.

Após a fala do autor do pedido de impeachment, coube ao ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, fazer a defesa de Dilma. Em sua declaração, Cardozo afirmou que a presidente não cometeu crime e que o processo contra ela é “retaliação”.

Miguel Reale afirmou ainda que o país está ávido para ser libertado do “grilhão de mentira e corrupção”. “Estamos ansioso envolvidos numa longa doença que domina a política brasileira, queremos ressurgir para a saúde. Vossas excelências são os nossos libertadores”, disse dirigindo-se aos parlamentares.

Ele argumentou que as chamadas pedaladas fiscais, que são os atrasos nos repasses pelo Tesouro aos bancos públicos para o pagamento de benefícios sociais, continuaram “longamente” a ocorrer em 2015. “O Brasil entrou no cheque especial e está falido. E foi possível esconder essa realidade da população brasileira por meio das pedaladas”, afirmou.

O jurista disse ainda ser uma “mentira” e “falácia” dizer que a mesma prática era adotada por governos anterirores. “Essa verdade hoje é sentida nua e crua, especialmente pela população mais pobre do meu país”, sustentou.

Sobre os decretos de créditos extraordinários editados por Dilma, Reale declarou que a presidente passou por cima do Legislativo porque “sabia que não seriam aprovados”. “São gravíssimos esses fatos e vimos aqui pedir que seja acolhido o pedido de impeachment e afastada a presidente da República”, disse.

‘Lona’
Após falar no plenário, o jurista falou com jornalistas no salão verde. Ele disse o Brasil está “jogado na lona” devido à crise.

“Você, brasileiro, está perdendo o seu salário na medida em que a inflação come uma parte dele, ou está perdendo seu salário integralmente porque o veio o desemprego. Isso é consequência das pedaladas, isso é muito mais grave que qualquer crime que eventualmente o Collor tenha praticado. A vítima não é uma instituição, é o conjunto da população brasileira. Estamos na lona, estamos aqui como cidadãos pedindo o afastamento de quem foi a responsável por jogar o Brasil na lona”, afirmou.

O jurista disse ainda que o governo “tirou” a esperança do país. “Houve consciência dos deputados da necessidade de readquirir saúde, oxigênio, o país está aflito. Temos que sair dessa aflição. Os deputados foram sensíveis ao conhecer a gravidade do que foi feito, é mais grave do que pôr a mão no bolso de alguém e tirar o dinheiro, porque tirou a esperança”


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